O grupo Caçadores Violentos Noturnos foi criado por Oswaldo “Valdinho” da Silva, no início dos anos 2000, após ele ter sido expulso do GCAN por negligência numa operação desastrosa em que três integrantes do pelotão Charlie morreram. Odiando os seus ex-colegas de profissão, ele criou esse grupo de caça extremamente volátil e perigoso, além de estar disposto a tudo. Por volta de 2010, ele e seus “associados”, como gostava de chamar os integrantes do CVN, estavam em operação numa fábrica em Bangu, quando foram emboscados e ele morreu junto com a metade do grupo.

O sobrevivente mais experiente, Vini “Papa-Rato” Matias, conseguiu escapar e remontou o grupo com ideias menos radicais, porém não tão afastadas da brutalidade anterior. Trata os associados como seus “irmãos” até que alguém o traia. Quando isso acontece, a forma de punição que mais gosta de aplicar é a do micro-ondas, fazendo com que todos testemunhem a consequência de uma traição. Seus “braços”, os indivíduos que não fazem parte do grupo, mas trabalham para ele, atuam nas favelas cariocas, no tráfico de drogas e armas, de onde retiram o dinheiro para financiar as caçadas, além das informações e boatos do submundo.

ESTRUTURA

O CVN possui uma organização semelhante ao GCAN, no entanto, o líder tem poder absoluto e final diante de quaisquer decisões. Abaixo dele, vêm os seus homens de maior confiança, os tenentes, com quem traça os planos e, às vezes, delega tarefas mais complicadas. O restante é movido por vingança aos cainitas e uma vontade de adquirir respeito e prestígio dentro do grupo.

Nada no CVN é disputado ou discutido de forma democrática, a palavra de um superior é inquestionável e todos devem obedecer. Quando surge uma missão, um tenente é convocado para liderar e deve selecionar um grupo entre três a cinco soldados para ajudá-lo. A diferença para o GCAN é que os integrantes não estão presos a nenhum pelotão, podendo participar de qualquer missão, ao lado de qualquer outro caçador. Essa foi uma forma que Oswaldo encontrou para lidar com um sistema de promoções confuso devido às incontáveis e frequentes baixas no grupo. Por fim, eles utilizam armas de fogo provenientes do tráfico, mas possuem o gosto peculiar pela caças mais violentas, explodindo carros e prédios que são usados como refúgio pelos cainitas.

JOGANDO COM O CVN

Quanto à entrada de novos integrantes, o CVN é extremamente liberal, não se importando com os motivos e métodos que alguém possa ter. Contudo, eles não toleram pessoas de natureza pacífica ou que possuam um comportamento inapropriado aos ideais do grupo. Por terem seus refúgios localizados em favelas e morros do Rio de Janeiro, os personagens devem ter tido contato com esses locais e não podem, de forma alguma, ter contatos, aliados e lacaios entre as autoridades públicas, como policiais, juízes, políticos, etc. já que eles os odeiam e nutrem uma profunda desconfiança em relação a essas figuras. Por fim, o líder convoca apenas pessoas que já testemunharam eventos da sociedade vampírica e, preferencialmente, que não tenham família para reclamar o corpo em caso de fracasso nas caçadas.