Bianca Amaral Fernandes
Bianca Amaral Fernandes lidera o que resta das Fúrias Negras no Rio de Janeiro com a resiliência de quem jurou proteger os santuários naturais da cidade contra a devastação. Ela mantém uma postura de absoluto desprezo e hostilidade contra a Camarilla, enxergando-a como uma máquina de opressão urbana que sufoca a natureza sob o asfalto, e trata o Sabá como aberrações monstruosas que precisam ser purificados pelo fogo. O destino de Bianca colidiu de frente com a Camarilla ao descobrir que a seita planejava desmatar uma área protegida adjacente ao Parque Nacional da Tijuca para construir um condomínio de luxo blindado, o qual serviria de refúgio seguro e fora dado como presente para o primogênito Lasombra. Sem hesitar, Bianca liderou um ataque brutal que resultou na morte de três carniçais de alto escalão e na destruição de maquinários milionários. Esse ato de rebeldia fez com que o Príncipe declarasse uma caçada implacável contra ela por ameaçar a estabilidade financeira e territorial da seita cainita.
Vivendo reclusa, Bianca tolera os Anarquistas e os Independentes apenas quando os interesses deles se alinham temporariamente na sabotagem de grandes corporações, e mantém os olhos bem abertos, ciente de que a Segunda Inquisição espreita nas sombras e pode usar qualquer deslize dos demais para rastrear e destruir as matas sagradas. Seu grande objetivo pessoal no Rio de Janeiro é consolidar um “cinturão verde” de proteção mística ao redor do Maciço da Tijuca, erradicando qualquer influência cainita ou de caçadores mortais que ousem violar as fronteiras do território sagrado.
